Bereberes do Sul PDF Imprimir E-mail

População: 5.000.000.

Distribuição geográfica: Anti Atlas ao sudoeste do Marrocos, de Ifni a Agadir, vale do Sul.

Nomes alternativos: Susis, cheljas.

Idiomas: Bereber (susi, chelja, tamazigt), marroquino e árabe.

Religião: Islamismo

Situação do cristianismo: Em todo o Marrocos há uns 300 crentes.

Obreiros cristãos: Aproximadamente 15.

Traduções: Porções bí­blicas; programa de rádio duas vezes por semana; também há gravações.

HISTORIA Foram obrigados a submeter-se ao islamismo no século VIII, somente séculos mais tarde a população se converteu nova religião. Destas terras saí­ram dinastias marroquinas como os almorávides (século XI) e os saadí­es (século XVI). Parte do território marroquino esteve sob protetorado francês e em 1957 se tornou  independente.

SITUAÇÃO POLÍTICA A capital da região é Agadir e a que fala bereber. E uma das poucas cidades que se beneficiou com a recuperação do Saara. Como parte do território marroquino, os susis ou Cheljas não tem os mesmos desejos de  independência que os outros bereberes.

ECONOMIA Muitos de seus habitantes se dedicam ao comércio, dentro do qual se destaca o monopólio das especiarias. Também são agricultores e praticam a transumância. Encontram-se muitos emigrantes desta zona em Casablanca e na França.

CULTURA E EDUCAÇÃO Cerca de 70% da população é analfabeta. Este í­ndice diminui entre a juventude. Como o restante dos grupos bereberes marroquinos, os bereberes do sul, conservam uma profunda estrutura tribal e arraigada nas tradições. Paralelamente ao islamismo ortodoxo, existem santones e morabitos, homens que participam ativamente na vida da tribo. Celebram-se festas locais ou musem, ao estilo das romarias.

CONTATOS COM O EVANGELHO Depois de séculos de cristianismo, este sucumbiui ante ao islamismo e somente recentemente começou a ter testemunho cristão. Como parte do Marrocos, o Sus está fechado para o Evangelho. Ainda que desde o final do século passado há missões no paí­s, recentemente estão entre quadro dos povos susis. Há grupos de crentes nas casas, cursos bí­blicos por correspondência, e susis que tem entrado em contato com crentes e estão se convertendo.

NECESSIDADES ESPECÍICAS Oremos pelo estabelecimento de uma igreja autêntica entre os susis e pelos contatos com os que estão fora do paí­s.  A maioria dos crentes marroquinos são berebere. Ainda que não haja liberdade para o evangelho, se pode entrar na região como obreiro bi-vocacional.  As necessidades compreendem todas as áreas de um pais sub-desenvolvido.

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